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Paulo Paixão faz críticas a comissão anterior do Inter

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O coordenador de preparação física e membro da comissão técnica do Internacional, Paulo Paixão, concedeu entrevista para a Rádio GreNal e comentou sobre o momento do clube, sua impressão do vestiário e também fez uma avaliação do trabalho da comissão anterior de Miguel Angel Ramirez.

Trabalho de Miguel Ángel Ramírez: “A filosofia de jogo que ele trouxe, não era para o Internacional no momento. O Coudet deixou um belo de um trabalho para o Abel. Tem que entender o que tem no grupo. Por isso o trabalho desse menino espanhol acabou não dando certo, era lento, sem intensidade. Nós temos que analisar tudo, encontramos um trabalho de intensidade baixíssima, onde não havia nível para disputar uma partida.”

Período sem atuar: “A parada muito longa não é boa, mas se tratando do fato dessa comissão não ter tido tanto tempo de só treinos, somente jogando, acaba sendo bom. Se a CBF nos questionasse o ideal, seria trabalhar uma semana e depois atuar quarta e domingo. Mas falar em ideal no calendário do Brasil é complicado.”

Exercer a função de Coordenador Técnico: “Eu estou gostando bastante, na preparação física já existe esse contato, mas agora ainda mais. Tudo que foi conversado comigo, está sendo possível realizar. Foi isso que eu queria, não ser aquele coordenador de sala. Gosto muito desse trabalho de contato direto com os jogadores, tanto em questão de ajudar mentalmente mas também em conduta. Não queremos deixar acontecer o que aconteceu no passado.”

Mentalidade do grupo: “O Inter reuniu um grupo que tem sangue de campeão. O Inter perdeu o Brasileiro, não pela falta de qualidade, faltou um gol. O grupo tem qualidade. Quando cheguei fiquei apavorado com o que eu vi, de desenvolvimento e de trabalho. Agora não, o trabalho está crescendo. Tanto que quem estava comandando saiu”

Jogadores convocados e o impacto no retorno: “Toda vez que o atleta vai para a Seleção, ele leva um relatório dos últimos 15 dias. Foi o que o Edenílson e outros atletas fizeram. Se o atleta acaba não jogando, ele ainda treina. O problema existe se o atleta é convocado, não joga e ainda acaba não realizando nenhum trabalho. Ai é uma situação perigosa, mas não é este o caso que nossos atletas vivem”

Situação do elenco no inicio: “Quando você vai assumir uma equipe, você tem que saber a história desse clube. Li uma reportagem de que o menino que treinou e saiu, disse que se arrependeu. Você tem que saber a história desse clube e os jogadores que estão aqui, de acordo com suas características”

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