Inter reduz dívida de R$ 62,5 milhões para R$ 9,5 milhões

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O Balanço orçamentário apresentado pelo Inter em abril do ano passado, referente ao ano de 2017, apontou uma dívida de R$ 62,5 milhões. Na ocasião seria imprescindível a venda de alguns jogadores do elenco. Aos poucos, alguns recursos inesperados foram dando um novo alento, como o mecanismo de solidariedade Fifa, nas venda de Alisson e Fred. Outros negócios, como a venda de Anselmo ao mercado árabe e o empréstimo de Valdívia ao Al-Ittihad, deram um novo fôlego ao clube colorado.

Em 2018 a arrecadação do Inter foi de aproximadamente R$ 264 milhões, porém gastou R$ 273,5 milhões, um deficit de R$ 9,5 milhões. Se considerarmos o perdão da dívida de Delcir Sonda, na casa dos R$ 25 milhões, ainda assim o deficit teria reduzido, mas não seria suficiente para continuar com o programa do Profut (O deficit não pode ultrapassar 10% do que foi arrecadado).

A direção comemora o fato de ter reduzido o deficit em R$ 53 milhões, em 12 meses. e faz uma projeção de arrecadar em 2019 a importância de R$ 390 milhões, ou seja, R$ 126 milhões a mais que em 2018.

Outra projeção feita pela direção é arrecadar R$ 74 milhões, com venda de jogadores.

 

 

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2 Comments
  1. junior says

    Inter ‘ameaça’ Botafogo na liderança do ranking das dívidas. Flamengo cai para 10º
    Mauro Cezar PereiraMauro Cezar Pereira02 May, 2018
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    O Botafogo reduziu sua dívida em 4% ano passado, mas ainda beirava os R$ 720 milhões ao final do ano passado, o que mantém a estrela solitária na ponta do ranking de endividamento líquido dos clubes de futebol do Brasil. Mas tal posto poderá mudar de mãos em 2019, pois o Internacional elevou seu déficit em 6%, está em segundo e junto com os alvinegros formam a dupla com dívidas acima dos R$ 700 milhões.

    Fonte: BDO
    Fonte: BDO .
    Os números estão no relatório Análise BDO Esporte Total, feito pela empresa de auditoria e consultoria. O Flamengo, que por anos esteve na indesejável posição de líder desta tabela, segue reduzindo seu endividamento. A queda em 2017 foi de 23%, o maior percentual entre os 22 clubes que foram analisados. Com isso, os rubro-negros caem para a 10ª colocação, com uma queda superior a R$ 100 milhões no ano passado, baixando da casa dos R$ 400 milhões.

    O endividamento líquido desconta os ativos que viram caixa do clube, e pode ser definido como o mais próximo do retrato real das dívidas dos clubes. A BDO fez o estudo com base nos balanços das agremiações referentes a 2017, publicados até a segunda-feira passada, 30 de abril. Vale ressaltar que os balanços muitas vezes trazem números polêmicos, como o lançamento total de receitas futuras de TV, que seguirá novas regras em 2019 — clique aqui e leia. Há ainda casos como o do Corinthians, cuja divida maior, o estádio, não aparece no balanço do clube, mas no do fundo que o gere.

    Fonte: Mauro Cezar Pereira, jornalista da ESPN

    1. Armando says

      Caro Junior, o balanço retrata as dividas ativas, mas no âmbito geral estão incluídas o empréstimo para a reforma do estádio Beira-Rio. Esse contrato com o BNDS foi feito em 20 anos, termina somente em 2034, porém para efeitos de balanço tem que constar essa dívida para efeito contábil do patrimônio do clube. A análise que levamos em consideração é o que realmente foi gasto a mais do orçamento, arrecadação x despesas.

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