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Gustavo Grossi critica Ramírez e revela condições para tirar Marcelo Gallardo do River Plate

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Atual gerente das categorias de base do Inter, Gustavo Grossi concedeu entrevista ao podcast “Dividida”, do portal UOL. Durante a entrevista, falou sobre a passagem do técnico Miguel Ángel Ramírez pelo comando do Inter, que desagradou aos torcedores colorados.

“Era um treinador que muitos times do Brasil quiseram contratar depois da Copa Sul-Americana, de fazer um trabalho no Independiente Del Valle muito chamativo, com uma proposta muito interessante. Aqui no Brasil não se pode trocar as coisas de um dia para o outro, o futebol, uma das quatro ligas mais importantes do mundo, tem uma cultura e uma ideia de jogo que se pode mudar aos poucos, devagar, Miguel decidiu acelerar esse processo. O clube também tinha uma ideia de jogo de mudar talvez rapidamente algumas coisas e não deram certo por uma combinação de coisas ligadas a esse conhecimento específico de coisas que não são apenas dentro do campo, são coisas que têm que ver com a história do futebol, o perfil dos estados, a imprensa da cidade, um monte de coisas que Aguirre agora conhece muito bem, porque tem uma segunda passagem pelo clube, e a partir deste conhecimento, do clube e tudo o mais, tudo se equilibra” – analisou Grossi.

O argentino também falou sobre Marcelo Gallardo, um dos técnicos mais cobiçados no mercado, com quem trabalhou no River Plate. Segundo ele, para tirar o treinador dos millonários, os clubes interessados terão que apresentar um projeto que lhe seduza.

“Você acha que algum clube brasileiro assinaria um contrato de 3 anos com ele (Gallardo)? A minha questão é essa, se existe algum clube brasileiro que lhe dê 3 anos, sem nenhuma possibilidade de mandá-lo embora. Eu não sei, eu recém-cheguei ao Brasil e há coisas que eu prefiro olhar, analisar e depois falar. Não poderia assegurar uma coisa e nem a outra, a única coisa que eu sei é isso, que se não tem projeto, não tem Gallardo. Vai depender muito do perfil, seja no Brasil, seja na França, seja na Inglaterra, Espanha, onde seja. É uma pessoa de uma construção não somente dentro do campo 90 minutos para a torcida ficar feliz toda semana, é uma pessoa que gosta de fazer coisas mais além do futebol, mais além do dia a dia do atleta específico” – completou o dirigente colorado.

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