Simbolos do Inter (left)
Troféus (right)

Ediglê relembra conquistas com a camisa do Inter

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Neste sábado (1), a Rádio Bandeirantes entrevistou Ediglê. O ex-zagueiro do Internacional, que esteve presente nas conquistas da Libertadores e Mundial em 2006, relembrou todos os bons momentos com a camisa colorada.

Passagem pelo Internacional: “Tive a honra e o prazer de jogar pelo Inter por 3 anos. Atualmente, moro em Manaus e tomando todos os cuidados por conta da pandemia do coronavírus”.

Pandemia: “Vivemos uma situação muito difícil aqui em Manaus por conta da pandemia do coronavírus. Agora, as coisas parecem que estão se acalmando”.

Ponto forte do Inter em que atuou: “O ponto forte do Inter em 2006 era o grupo e também individualidades que resolviam como Rafael Sóbis, Fernandão, Clemer, Tinga, entre outros”.

Expulsão nas oitavas contra o Nacional em 2006: “No jogo contra o Nacional nas oitavas, eles bateram do início ao fim. Quando eu entrei, dei uma chegada no Suárez para intimidá-lo. Foi uma jogada forte e me expulsou direto. Abel ficou brabo. Eu respondi: “Fiz o que você pediu, professor”.

O treinador: “Abel Braga foi fundamental para a gente. Tinha domínio do grupo e taticamente era diferenciado”.

O diferencial no ataque: “Rafael Sóbis em 2006 estava no auge. Jogando demais. Contra o São Paulo, no Morumbi, é o maior exemplo disso”.

A final contra o SP no Beira-Rio: “No Beira-Rio no segundo jogo da final da Libertadores em 2006, entrei no lugar do Sóbis. A pressão do São Paulo era enorme pela expulsão do Tinga. Muricy colocou muitos atacantes em campo. Mas, graças a Deus, conquistamos o título”.

A defesa: “Indio, Bolívar e Fabiano Eller eram diferenciados. Dentro e fora de campo. Sempre nos unimos para honrar nos gramados o manto sagrado do Inter”.

O Mundial de Clubes: “Barcelona tinha um timaço. Ronaldinho Gaúcho estava em uma fase espetacular. Marcamos bem ele. Depois que o Gabiru fez o gol, nos fechamos ainda mais e conquistamos esse título histórico do Mundial em 2006. A força do nosso grupo fez a diferença”.

O Inter na sua vida: “Depois de todas as conquistas pelo Inter, me tornei um torcedor colorado. Sofri com o rebaixamento em 2016. Meus amigos me incomodaram demais. Sempre quando vou para Porto Alegre, sempre dou uma passada no Beira-Rio para conversar com os amigos”.

Carinho por clubes que passou: “Tenho muito carinho pelo Inter e também pelo Esportivo. Tive a oportunidade de jogar lá. Será um jogo difícil para ambos neste domingo no Beira-Rio. Sempre foram duelos pegados”.


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