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Clubes que extinguirem o futebol feminino correm risco de não disputar a Libertadores

A pandemia do novo coronavírus fez com que os clubes tomassem algumas medidas de contenção de despesas. Como renegociação de salários, demissão de funcionários, entre outras. Além disso, enxugamento das categorias de base e a extinção do futebol feminino.

No regulamento da Conmebol, há critérios para que um clube participe de competições nacionais e Internacionais. Um deles, é manter uma equipe feminina de futebol ou associar-se a outro que a tenha. Por isso, os clubes que extinguirem o futebol feminino correm o risco de não disputar a Libertadores.

Segundo o jornalista Andrei Kampff, do UOL Esportes, aqui no Brasil, o Atlético mineiro desativou as categorias de base do futebol feminino. Porém o clube entende que não corre o risco de perder o Licenciamento, uma vez que o regulamento não exige a obrigatoriedade do clube ter categorias de base feminina.

A CBF, em uma tentativa de que situações como essa não ocorressem, enviou uma ajuda de R$ 120 mil aos 16 clubes que disputam a Série A1. E para os outros 36 clubes que disputam a Série A2, o valor de R$ 50 mil.

O Superintendente de Administração e Controle do clube mineiro, Marcelo Machado, se manifestou dizendo que “o valor está longe de cobrir os custos do futebol feminino” e foi utilizado para o pagamento dos salários de março e abril das atletas.

 

 

 

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